Porque é que nada muda como o vento? Porque é que nada pode mudar conforme queremos, quando nos lembramos? Porque é que é o destino que escolhe o nosso rumo e não somos nós que o planeamos, que o estruturamos?
Eu queria poder comandar o sentimento que toma conta de nós, que nos faz chorar agarradas/os a algo, que basta uma música para que algo mude o nosso sorriso, o nosso olhar e que basta uma imagem para nos deixar a pensar como seria se nada fosse como foi. Era tão bom conseguir-mos ser sempre fortes, ser sempre mais fortes do que tudo, termos sempre força para lutar contra tudo.
Uma coisa que aprendi é que nada é para sempre, e que nem todos os olhares podem ser brilhantes, nem todos os sorrisos podem ser puros e são raros os amores verdadeiros.